Definição segundo o GUIA DOS CURIOSOS:
Vampiros:
Há registros desse ser mitológico que datam do final do século XVII, na região que hoje compreende a Romênia, a Hungria e a ex-Iugoslávia. Pessoas de vilas desses lugares, entre 1650 e 1790, diziam ter sido vítimas de ataques noturnos de mortos que saiam das covas para se alimentar de sangue dos vivos.
Em 1732, jornais da Inglaterra publicaram matérias sobre a nova onda que tomava conta da Europa Oriental. Foi então que a palavra vampire foi publicada pela primeira vez. Isso suscitou o interesse de estudo de inúmeros intelectuais sobre o assunto.
A partir do século XVIII, os escritores deram novos poderes aos vampiros. Eles passaram a ter força excepcional e a capacidade de hipnotizar vítimas e se transformar em névoa, lobos e morcegos. Também ficaram imortais e ganharam o poder de rejuvenescer quando bebem sangue, apesar de fraquejarem diante de símbolos religiosos, morrerem se expostos ao Sol e só entrarem numa casa quando convidados.
As lendas:
Há 4 mil anos as pessoas já falavam de mitos que se assemelhavam aos vampiros atuais. As lendas variam, mas têm sempre um ponto em comum: o vampiro é sempre um ser sobrenatural que sobrevive roubando a energia de outros seres vivos.
Enkimmus:
Era a lenda babilônica de mortos não-sepultados que retornavam para assombrar e se alimentar dos vivos. Para detê-los era preciso enterrar os corpos deles.
Kiang-chi:
Lendas com mais de 2 mil anos sobre seres que se alimentavam do sangue dos vivos já existiam na China. Com o tempo eles se tornavam mais poderosos e podiam até voar, mas a aparência deles se tornava menos humana: os corpos ficavam recobertos de pêlos brancos.
Lâmia:
Vinda da Grécia antiga, essa lenda fala sobre as criaturas conhecidas como lâmias, seres meio mulher, meio serpente, que seduziam os homens ao se transformar em belas moças. Depois, sugavam o sangue das vítimas.
Strigoe, bruxas romana:
Na Roma antiga acreditava-se nas strigoes, bruxas noturnas, transformavam-se em corujas e voavam para roubar sangue de bebês. Para protegê-los, as pessoas colocavam espinheiros, temidos pelas bruxas, aos redor dos berços.
Upir:
O upir ou vampir, mito eslavo, era um ser morto que retornava para assustar os vivos e se alimentar de sangue. Foi dessa lenda que surgiu a idéia do contágio, em que uma pessoa atacada por um vampiro se tornaria outro vampiro. Essas criaturas são as que mais lembram os vampiros atuais.
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